A chefe, socióloga de formação, chega na sala e pergunta em voz alta: Pessoal da biologia, é verdade que onça come gente? O pessoal da área, que conhece comportamento animal, cadeias tróficas, ecologia, etc… responde que a onça pode atacar por dois motivos, para defender seu território e sua ninhada ou para se alimentar. No primeiro caso, ele só mataria e no segundo, comeria. Foi deixado bem claro que, por tratar-se de uma presa difícil, o segundo caso é muito raro.
Entremeando o assunto, surge a voz de um colega, agrônomo, que diz: Ela não come não, só bebe o sangue!! É óbvio que ocorreu um alvoroço! É, talvez seja a espécie de onça morcego… Ou então, parente do chupa-cabras!! Ele, muito aborrecido, insiste que o animal só lambe o sangue e que existem inúmeros relatos disso na região do planalto central…
Depois de muita risada, o emputecido colega esbraveja: Fica aí então com seu conhecimento que eu fico aqui com o meu… vai ser teimoso assim lá na esquina!
[10:33:32] Lilian Iara Sasso Fischer – COMOC/CGTMO/DILIC/IBAMA diz: Chifre trocado não dói, mas pesa…
“A chefe, socióloga de formação, chega na sala e pergunta em voz alta: Pessoal da biologia, é verdade que onça come gente? O pessoal da área, que conhece comportamento animal, cadeias tróficas, ecologia, etc… responde que a onça pode atacar por dois motivos, para defender seu território e sua ninhada ou para se alimentar. No primeiro caso, ele só mataria e no segundo, comeria. Foi deixado bem claro que, por tratar-se de uma presa difícil, o segundo caso é muito raro.
Entremeando o assunto, surge a voz de um colega, agrônomo, que diz: Ela não come não, só bebe o sangue!! É óbvio que ocorreu um alvoroço! É, talvez seja a espécie de onça morcego… Ou então, parente do chupa-cabras!! Ele, muito aborrecido, insiste que o animal só lambe o sangue e que existem inúmeros relatos disso na região do planalto central…
Depois de muita risada, o emputecido colega esbraveja: Fica aí então com seu conhecimento que eu fico aqui com o meu… vai ser teimoso assim lá na puta que pariu!”
Texto colaborativo de Lilly Ranheta