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A empresa em que eu trabalho dá vale alimentação para os funcionários que recebem até um determinado salário, vulgo quem ganha pouco. Isso posto, ontem lá fui eu feliz e contente fazer compras no pão de açúcar e encher o carrinho de coisas que você não encontra em mercado algum.

Compra feita, seguimos rumo ao caixa e fui pagar. Dei o cartão e veio o diálogo:

– É crédito ou é débito?
– Acho que é débito…
– Não tá passando. Vou tentar no crédito.
– …
– Moça, não está passando.
– Ixi…tem certeza?!?! (e pensando ferrou! como eu vou pagar essa compra do meu dinheiro)
– É, não está mesmo. Mas acho que essa é a sua carteirinha do convênio, não?!?
– Nossa moça!! Desculpe, é que os cartões não da mesma cor e eu confundi e….

Foi isso! Eu tentei passar a carteirinha do convênio para pagar as compras no Pão de Açúcar!!! Já posso ser internada?!? Sem contar as inúmeras vezes que eu já tentei passar o crachá pra pagar o ônibus….

To com vergonha da moça do caixa até agora.

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Eu evitei ao máximo postar sobre isso. Juro mesmo! Mas depois de mais uma visita ao banheiro feminino (não, isso não é um post do No Bidê) e de uma longa conversa com a minha querida chirra, resolvi botar pra fora tudo isso que me consome.

Acho MUITO errado a pessoa passar fio dental no banheiro da firma. Por que?!? Eu explico!

Naco de carne no fio dental

Não que eu não faça isso, que eu não seja higiênica e que eu não saiba que é algo extremamente necessário para a saúde bucal de todas as pessoas. Mas, porra, o negócio é nojento!

Você não está no banheiro da sua casa pra sair passando fio dental, lambendo o que sobra depois que você passa e sair chupando o dente pra tirar o restinho que ficou lá e o fio não conseguiu tirar. Vai dizer que isso não é nojento?!?

Fazer às vezes, quando você sente que tem algo te atrapalhando e que a escova de dente não conseguiu tirar, ok! Agora todo santo dia as Fulanas ficam lá, passando fio dental, passeando pelo banheiro… Aí, você mera mortal que só queria lavar a mão não sabe o que fazer, onde ficar, não sabe qual das pias ela está usando e se sente constrangida de ter que ficar olhando pra cara da moça e esperando que ela decida onde vai ficar.

Passado isso, sempre fico com medo da pessoa estar lá, no meio do uso do fio e eu ouvir, do nada, “Beeeeto Carreiroooooooooo physfiuuuu fiuuufiuuuu (musiquinha)” e levar uma chicotada e sentir o pedaço de carne colando na nuca…Afff

Amiga, que ser higiênia, faça isso na sua casa! Eu não sou obrigada a ouvir você chupando o dente e nem ver você comendo o que sobrou do seu almoço no fio dental…Grata!

É incrível como as pessoas não leem uma única palavra do que é escrito na internet. Ao escrever, você perde tempo (ou não), se dedica e acha que vai fazer algo que chegue a alguém que se interessa por aquilo que você escreveu.

O fato é que ninguém para mais de 30 segundo para tentar entender o que aquilo tudo queria dizer. Não entendeu nada? Eu explico.

Ter um blog é provar que tudo isso acontece. Já aconteceu uma vez quando escrevi um post dizendo que eu não gosto de Roberto Carlos e recebi xingos de leitoras desesperadas. Aconteceu também quando resolvemos criticar e tirar sarro do Dado Dolabella e recebemos comentários xingando nossas mães e dizendo o quanto essas pessoas, hummm…como direi…, esses fãs dizendo o quanto gostam da figura.

Mas para mim, o pior de todos foi um post comemorativo que fizemos sobre o próprio blog e postamos uma foto de um bolo de circo, afinal, Donas do Circo, bolo de circo…tudo combinava. Porém, contudo, entretanto, todavia, os leitores simplesmente não conseguem entender que a imagem é uma mera ilustração do post, sem pretensão alguma, e, acima de tudo,  NÃO CONSEGUEM ENTENDER QUE NÓS NÃO SOMOS BOLEIRAS E NÃO ACEITAMOS ENCOMENDAS, CATZO!!!

Uffa!! Passou…mas é assim gente. Já parei de liberar os comentários, por que, peloamor!! Acabou a paciência.

Obs: Você deve estar se perguntando por que o Renato Aragão aparece no título. nada não, eu só gosto dele mesmo e achei que merecia uma menção honrosa…hahaha

Cara amiga cabeluda que usa transporte público,

Como sei que você é sem noção e, mais ainda, sem qualquer respeito pela humanidade, venho por meio deste post lhe esclarecer algumas coisas.

Se o seu cabelo é comprido até a bunda, volumoso tipo Valderrama, ou qualquer coisa do gênero, faça o imenso favor de prendê-lo ao entrar em um transporte público, principalmente se ele estiver cheio e mais se ele estiver LOTADO!

Nem eu e nem qualquer outro ser da humanidade precisamos comer os seus cabelos enquanto você joga suas madeixas pensando que está em um comercial de shampoo barato, daqueles que você usa, sabe?!!? Sem mencionar aquele time de caspas jogando curling nos fios oleosos. Tem dia que até rola uma torcida…

Até a Samara prende os cabelos no metrô!

Além disso, as pessoas tendem a passar dias sem lavar o cabelo e eu não quero entrar em contato com o seu cabelo sujo e muito menos anseio que você o esfregue em minha cara.

Peço encarecidamente que você, como cidadã (que eu quero muito crer que você seja, pelo menos um pouquinho), prenda o seu cabelo ao entrar no trem, no ônibus, no metrô, no fura fila, até no taxi, dependendo da extensão da coisa.

Não dói, não machuca e é por pouco tempo. E se você faz progressiva, sei que tem é preciso ficar dias sem prender, então, procure fazer o procedimento na sexta, assim na segunda tudo já vai estar normalizado.

Agradeço desde já, por mim e pelas outras centenas de pessoas que não querem comer cabelos no café da manhã.
Atenciosamente,

Didirix

Essa tal vuvuzela é a coisa mais chata dessa Copa. Tem tanta coisa legal pra falarmos por aí e só se preocupam com a vuvuzela…

Como a equipe desse blog é Didi, até quando está de saco cheio, resolvemos compilar algumas frases que ficariam ótimas com o uso da vuvuzela. Sou só eu ou essa palavra tem um baita duplo sentido?! Esse cérebro 5ªB não ajuda em nada, viu…

Frases
“Pimenta na vuvuzela dos outros é refresco”
“Em terra de cego, quem tem uma vuvuzela é rei”
“Em rio que tem vuvuzela, jacaré nada de costa”
“Jacaré na sua vuvuzela anda?!”
“Pega na minha vuvuzela e balança”, essa é em homenagem à querida Chirra
“Passarinho que come pedra sabe a vuvuzela que tem”
“Gato escaldado tem medo de vuvuzela fria”

E agora, as musicais…
“Toda vez que eu chego em casa a vuvuzela da vizinha ta na minha cama”
“Uma vuvuzela, duas vuvuzelas…bravo, bravo!”
“Vuvuzela, I love you…vuvuzela, i love you uh”
“É a vuvuzelaaaaa, que mexe com a minha cabeça e me deixa assim…”
“Comprei uma panela de pressão, só pra ver a vuvuzela mais depressa”
“Vuh vuh uh uh uh, Ze lah lah lah, Gaga ooh la la, want your bad romance”
“Com uma vuvuzelaaaaaaa, você me mantém e as coisas que você me diz, me levam além”
“Eu sei que a vuvuzela nunca mais apareceu, na minha vida, minha mente novamente”
“Me dê a mãoooo, me abraça, viaja com a vuvuzela pro céu”
“Olha a vuvuzela do Zezé, será que ele é, será que ele é”

São infinitas possibilidades. E você? Qual é a sua sugestão?

Atualização – 17/06:

Pensei em mais algumas:

“Ele tá de olho na vuvuzela dela, ele tá de olho na vuvuzela dela”
“Dança da vuvuzela……..dança da vuvuzelaaaaa”
“Mão na perna, mão no seio agora mão na vuvuzela”
“Tô fazendo amor com outra pessoa, mas a vuvuzela…..vai ser pra sempre seu”
“To chegando na Cohab pra curtir a vuvuzela…”

Bom, são possibilidades infinitas né brasiu!

Essa semana descobri que a minha chirra tem um certo grau de parentesco com a Dona Neves. Isso mesmo, a vó da Chiquinha.

Não que esse grau se estabeleça por genética, hereditariedade ou blusas vestidas estranhamente. A proximidade vem do sobrenome Neves e das babaquices sem tamanho que as duas compartilham.

Então, bora lá…uma singela homenagem pra Dona Neves desse circo!

Chirra toda trabalhada na Dona Neves

Hoje, contando uma passagem da minha vida para a querida chirra, descobri que o meu espírito Didi nasceu muito antes do que eu podia imaginar.

Quando eu tinha uns 5 ou 6 anos, contei para a “Tia”, mais conhecida como tia Silze, do pré-dois que a minha mãe estava grávida de gêmeos. Ela, é claro, adorou a história.

Meses depois, contei que os meus lindos irmão tinham nascido e o quanto eu os amava e adorava brincar com eles. Minha família estava completa: pais incríveis, uma irmã mais velha, que eu admirava (admiro), e os meus lindos irmãozinhos mais novos que eu iria proteger.

Tudo corria bem, até que um belo dia minha mãe foi na reunião da escola e a professora fez a pergunta que NUNCA poderia ter feito: “E os bebês, como vão?!”. E foi aí que o meu mundo perfeito caiu…

A resposta da minha mãe??!? “Que bebês?!?”

Bom, o resumo da ópera e que fiquei não sei quanto tempo de castigo por ter inventado a história, fora o fato da professora me odiar pra sempre por ter acreditado…

Eu nunca invetei isso por mal, meu sonho era ter mais irmãos, mas minha mãe não podia mais me dar, então a solução mais simples foi eu criar uns pra mim.
E esse é o primeiro fato Didi da minha vida de que eu tenho lembrança. Não é fofo?!?

Meus queridos irmãos imaginários