Feeds:
Posts
Comentários

Archive for agosto \22\UTC 2008

Ai gente, tipos que eu morro de vergonha de ser brasileira quando vejo notícias como essa, porque né, imagina a cara da M-A-D-O-N-N-A, quando o assessor 7 avisar o assessor 6 que avisar o 5 até chegar no 1, e até chegar no ouvido diva dela que a Record (oi?) quer que ela faça uma prticipação no Ídolos (oi? again). Claro que ela vai responter “whata funckin is that?”!

Eu acho de uma audácia sem limites, de uma falta de respeito ímpar. Tipos, quer chamar alguém pra participar destes programetes? Chama a Uanessa Camargo, a Kelllly Key, ou algo que o valha, agora Madonna?!?! Pobre Madge! Se nem entrevista ela cede a qualquer um, imagina participar de programas de TV, ainda mais de uma rede de TV evangélica que faz uma novela inspirada em Heroes?? No mínimo hilário!

Read Full Post »

Recebi este texto por e-mail. Ele mostra que é possível fazer humor com inteligência. Vale a pena ler!!

 

“Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com aspecto plural e alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.O artigo, era bem definido, feminino, singular. Ela era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.

Era ingénua, ilábica, um pouco à tona, um pouco ao contrário dele,que era um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo até gostou daquela situação; os dois,sozinhos, naquele lugar sem ninguém a ver nem ouvir. E sem perder a oportunidade, começou a insinuar-se, a perguntar,conversar.

O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu-lhe esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro. Óptimo,pensou o substantivo; mais um bom motivo para provocar alguns sinónimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses,quando o elevador recomeçou a movimentar-se. Só que em vez de descer, sobe e pára exactamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal,e entrou com ela no seu aposento.

Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, suave e relaxante. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram a conversar, sentados num vocativo, quando ele recomeçou a insinuar-se. Ela foi deixando, ele foi usando o seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo. Todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo directo.

Começaram a aproximar-se, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo o seu ditongo crescente. Abraçaram-se, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples, passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu-lhe que ela lhe soletrasse no seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, pois estava totalmente oxítona às vontades dele e foram para o comum de dois géneros. Ela, totalmente voz passiva. Ele,completamente voz activa.

Entre beijos, carícias, parónimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais. Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objecto, tomava a iniciativa. Estavam assim, na posição de primeira e segunda pessoas do singular. Ela era um perfeito agente da passiva;ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisto a porta abriu-se repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício.

Ele tinha percebido tudo e entrou logo a dar conjunções e adjectivos aos dois, os quais se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas,ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tónica, ou melhor,subtónica, o verbo auxiliar logo diminuiu os seus advérbios e declarou a sua vontade de se tornar particípio na história.

Os dois olharam-se; e viram que isso era preferível, a uma metáfora por todo o edifício. Que loucura, meu Deus. Aquilo não era nem comparativo. Era um superlativo absoluto.Foi-se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado aos seus objectos. Foi-se chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo e propondo claramente uma mesóclise-a- trois. Só que, as condições eram estas. Enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria no gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia transformar-se num artigo indefinido depois dessa situação e pensando no seu infinitivo,resolveu colocar um ponto final na história. Agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, atirou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”

Read Full Post »

Tudo bem que hoje é sexta-feira, final de semana tá aí, mas não consigo deixar de me irritar com algumas coisas, dentre elas os odiados e-mails corrente.

Tipos, eu ainda me pergunto o que leva uma pessoa acreditar que se encaminhar o e-mail pra sua lista de amigos terá então seus sonhos realizados? Ainda me sinto meio inimiga da pessoa que me manda, pq quem manda um treco desse pra um amigo?  

O que faz alguém acreditar que caso não emcaminhe o e-mail pra 18728197289 pessoas irá sofrer de má sorte pelo resto da vida? Aaaaah, poupe-me! Se você acredita, ok, respeito-te, mas não me inclua nessa sua lista de “amigos”, pq sinceramente já deu.

Tomei algumas atitudes que dividio aqui com os que, assim como eu, também não aguentam mais os e-mails corrente:

– Sempre que receber um arquivo ppt ou aqueles textos que você bem sabe que não piadas, já vá direto pro final, leia do final pro começo. Afinal, é sempre  no final que se concentram as famosas “ameaças”: envie para 25 pessoas, senão…

– Responda o e-mail pra quem te mandou. Sim, proteste, não se cale! Diga que ainda tá esperando o telefone tocar com alguém falando que te ama, o banco te mandar e-mail questionando como tamanha quantia de $ foi parar na sua conta, e por aí vai…

E eu aviso, se for mandar corrente pra mim pense mil vezes, pq do jeito que as detesto é capaz que eu responda é com um vírus dos bons!

Read Full Post »

Hoje descobri que Gipsy Kings é uma das melhores bandas do mundo. Não que as músicas sejam ótimas, mas eu desafio qualquer um a escutá-los e ficar parado….sem se animar.

A melhor de todas as músicas interpretada por eles é a famosa “Volare”, mas “Bamboleo” e “Djobi, Djoba”…também nos fazem dança loucamente.

Abaixo segue o vídeo da primeira música, e, se você quiser se empolgar tanto quanto eu, acompanhe a letra.

É isso!! Enjoy it!

Read Full Post »

A minha querida irmã me mandou esse e-mail e, apesar de já ter recebido, acredito que ele diga muita coisa sobre a língua portuguesa. A palavra MERDA possui diferentes funções e muitas, MUITAS mesmo.

Bom…aprendam o bom, popular e velho português (e nem é o da padaria). Enjoy it!!

A palavra mais rica da língua portuguesa:
 
M E R D A – (Nem o Aurélio definiu tão bem)

A palavra mais rica da língua portuguesa é a palavra MERDA.
Esta versátil palavra pode mesmo ser considerada um coringa da língua portuguesa.

Vejam os exemplos a seguir:

1) Como indicação geográfica 1:
Onde fica essa MERDA?

2) Como indicação geográfica 2:
Vá a MERDA!

3) Como indicação geográfica 3:
17:00h – vou embora dessa MERDA.

4) Como adjetivo:
Você é um MERDA!

5) Como auxiliar quantitativo:
Trabalho pra caramba e não ganho MERDA nenhuma!

6) Como indicador de especialização profissional:
Ele só faz MERDA.

7) Como indicativo de MBA:
Ele faz muita MERDA.

8) Como sinônimo de covarde:
Seu MERDA!

9) Como questionamento dirigido:
Fez MERDA, né?

10) Como indicador visual:
Não se enxerga MERDA nenhuma!

11) Como elemento de indicação do caminho a ser percorrido:
Por  que você não vai a MERDA?

12) Como especulação de conhecimento e surpresa:
Que MERDA é essa?

13) Como constatação da situação financeira de um indivíduo:
Ele  está na MERDA…

14) Como indicador de ressentimento natalino:
Não ganhei MERDA nenhuma de presente!

15) Como indicador de admiração:
Puta MERDA!

16) Como indicador de rejeição:
Puta MERDA!

17) Como indicador de espécie:
O que esse MERDA pensa que é?

18) Como indicador de continuidade:
Tô na mesma MERDA de sempre.

19) Como indicador de desordem:
Tá tudo uma MERDA!

20) Como constatação científica dos resultados da alquimia:
Tudo o que ele toca vira MERDA!

21) Como resultado aplicativo:
Deu MERDA.

22) Como indicador de performance esportiva:
O CORINTHIANS não está jogando MERDA nenhuma!!!

23) Como constatação negativa:
Que MERDA!

24) Como classificação literária:
Êita textinho de MERDA!!!

25) Como qualificação de governo:
O governo do grande e sábio Molusco só faz MERDA!

26) Como situação de ‘orgulho/metidez’ :
Ela se acha e não tem ‘MERDA NENHUMA!’

27) Como indicativo de ocupação:
Para você ter lido até aqui, é sinal que não está fazendo MERDA nenhuma!!!

Read Full Post »

Filosofando

Meu Didi interior não me abandona nem ao assitir TV. Fiquei pensando ontem ao ver um programa sobre civilização Inca: segundo a língua deles Cusco é umbigo, então umbigo seria cu?

Read Full Post »

A Youtubebrasil pictures presents mais um vídeo excelente. A turma do Chaves cantando System of a Down!

O vídeo é ÓTIMO! Enjoy it!

Read Full Post »

Older Posts »